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 Em 2004, escrevi um pequeno artigo intitulado Elogio da diferença, publicado em Zero Hora. Entre outras coisas, propus transferir a Capital do Rio Grande do Sul para Santa Rosa.

Estive (e continuo) convicto de que essa transferência contribuiria para desprovincianizar não só a Capital, mas o estado como um todo. Ijuí constituiria uma alternativa, mas - como escrevo no texto - esta cidade foi tão ecumênica que colocou uma igreja católica num lado da praça central e ...

 

Quando crianças e adolescentes cometem uma “arte” ou se envolvem numa bravata, e depois se arrependem, ou não sabem “como sair dessa”, costumam “amoitar”, isto é, “desaparecer”, enfim, ficar “na moita”. No mínimo, três pessoas adultas, com alto padrão de educação – das quais se fala neste site – amoitaram.

 Em 29 de outubro de 2011, o portal de notícias Terra publicou uma matéria intitulada “Historiador: ligar neonazismo a imigração alemã é irresponsável”. Como o historiador em pauta sou eu, preciso dizer algumas palavras a respeito.

 

 

 

Entre as localidades citadas nas informações policiais divulgadas, nos últimos 10 anos, pela imprensa, em relação a, supostos ou efetivos, atos “neonazistas”, no Rio Grande do Sul, são citadas as seguintes: região metropolitana de Porto Alegre; região de Caxias do Sul; e, mais recentemente, o caso de Teutônia, largamente referido neste site. E é a este caso de Teutônia que eu, infelizmente, preciso voltar.

 

Eu visitava um site da Bahia no qual, mais uma vez, no mínimo, se insinua que os “alemães” do Rio Grande do Sul cometem as mais inimagináveis barbáries. Como uma das fontes, estava indicado um site chamado “Tempos nazistas”.